terça-feira, 9 de junho de 2015

O Método “Enriqueça depressa”

09/06/2015

post Facebook, grupo Brasil sem Comunismo

Enriquecer com o dinheiro saqueado do povo honesto e trabalhador, tal qual fazem hoje Lula, Dilma e a grande maioria dos congressistas brasileiros, também era prática comum dos comunistas antes de contra revolução de 1964.
Qualquer semelhança com os dias atuais não é mera coincidência!

SOMENTE UM POVO QUE CONHEÇA SUA VERDADEIRA HISTÓRIA SERÁ CAPAZ DE SALVAR O SEU PAÍS!!!
( Parte 8)

As continuas investigações dos peritos de informação do IPES revelaram mais do que subversão. A corrupção generalizada – bem acima do comumente aceito como parte da vida política da América Latina – estendia-se do palácio presidencial para baixo. No momento em que Goulart e seus extremistas de esquerda atribuíam todas as dificuldades do Brasil aos “exploradores e sanguessugas norte-americanos”, havia gente do governo metendo as mãos no dinheiro público com a maior sem-cerimônia. Estava claro que qualquer auxílio a regiões empobrecidas, inclusive contribuições da Aliança para o Progresso, tinham de transpor uma pesada pista de obstáculos de mãos ávidas e dedos ágeis.

Com uma renda declarada de menos de 50 milhões de cruzeiros em 1963, Goulart, por exemplo, conforme documentos apreendidos pelo Conselho de Segurança Nacional depois que ele fugiu para o exílio – gastou 236 milhões de cruzeiros somente em suas fazendas do Mato Grosso. Enquanto Goulart insistia no confisco das propriedades dos latifundiários e na distribuição da terra aos camponeses, os registros de imóveis demonstram que ele rapidamente somava imensas propriedades às que já tinha. Só depois que Jango fugiu pôde o Brasil medir a sinceridade dele em matéria de partilha de terras. Proprietário de terras apenas em São Borja, quando iniciou sua vida pública, ao abandonar o País em abril de 64 Goulart era o maior latifundiário do Brasil, possuindo em seu nome mais de 7.700 quilômetros quadrados de terras, uma área quatro vezes e meia superior à do município do Rio de Janeiro.

E havia os que compartilhavam as oportunidades de ficarem ricos depressa. Indiscrições sobre uma possível mudança na política oficial, como sobre taxas de câmbio, davam milhões a favoritos palacianos. Empreendimentos de qualquer gênero eram vinculados a comissões e retribuições em dinheiro.

Verificou-se que um membro do estafe de Jango tinha um bico como “ministro-conselheiro” de assuntos econômicos numa embaixada no exterior”- emprego a que nunca dedicou um dia de trabalho, mas adicionava mais de 15 milhões de cruzeiros ao seu salário anual de oito milhões e meio. O tráfico de influência era um fato. Um dos deputados do Partido Trabalhista, de Goulart, estava fazendo uma fortuna acrescentando 1 295 funcionários à sua folha de pagamento em troca de uma fatia dos vencimentos deles.

Outro negociozinho confortável, explorado por um do peito do Governo, era conseguir bons empregos públicos para quem pudesse pagar-lhe uma taxa de um milhão e meio de cruzeiros. Um governador de Estado estava fazendo fortuna com contrabando; outro recebeu uma verba de 6 bilhões e meio de cruzeiros para a construção de rodovias e calmamente embolsou o total.

Além de todas essas velhacarias de alto calibre, que podiam ser documentadas, inúmeros milhões de cruzeiros desapareciam sem deixar rastro no poço sem fundo da corrupção que campeava.
( postado por Jo Loureiro )

(Este texto foi condensado a partir de uma publicação da revista Seleções do Reader’s, elaborado por Clarence W Hall. A impressão foi feita pela Biblioteca do Exército, sob orientação do CIEx)

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